Postado em 13 de Outubro de 2017 às 15h03

O aroma das flores

Vida Saudável (27)

A chegada da primavera aumenta os riscos de doenças respiratórias.

Durante a primavera o cenário se transforma, árvores florescem e a temperatura se eleva. Além da beleza, a estação das flores traz consigo doenças alérgicas aos indivíduos previamente sensibilizados aos pólens. Espirros, coriza, coceira no nariz, irritação na garganta e tosse são alguns sinais que podem aumentar nesta época do ano.

“As doenças alérgicas mais comuns durante a primavera são: rinites, conjuntivites e asma, que poderão aparecer isoladamente ou associadas. Exemplo muito comum são os indivíduos portadores de Rinoconjuntivites”, explica o alergista e imunologista Carlos Siqueira.

Conforme o médico, nessa época do ano haverá migração de pólens, principalmente, carreados através do vento, para longas distâncias e que, quando atingem indivíduos sensibilizados e alérgicos, resultarão em sinais ou sintomas de suas doenças.

As maiores concentrações de pólens no ar ocorrem no período da manhã, diminuindo no decorrer do dia e aumentando, posteriormente, no período vespertino. “A profilaxia é particularmente difícil. Evitar ou diminuir a exposição ao meio externo é complicado devido à necessidade da permanência dos indivíduos no meio ambiente exterior, em atividades de trabalho e lazer. Nos dias secos, quentes e com presença de ventos é recomendável ao paciente permanecer em ambiente fechado, utilizar óculos, principalmente, quando do uso de moto ou bicicleta, manter janelas fechadas em automóveis, evitar passeios em clubes de campo, cortar grama ou realizar trabalhos de jardinagem”, indica Siqueira.

Ao apresentar os sintomas, os portadores de doenças alérgicas devem procurar seu médico, preferencialmente, um especialista, para que possam ser orientados e medicados de maneira adequada, de acordo com sua doença. “Qualquer indivíduo poderá desenvolver, em qualquer época de sua vida, portanto, em qualquer idade, uma doença alérgica. Em relação às alergias aos pólens, a sensibilização se dá, mais comumente, em adolescentes e adultos jovens, mas não exclusivamente nestas idades”, lembra o alergista.

Veja também

Alergias Alimentares14/09/18Reações adversas impactam a vida de quem precisa viver cercado de restrições. Por Carol Bonamigo Muito mais comum que se imagina, estima-se que 1/4 da população nacional já tenha passado por um episódio de reação adversa a algum alimento, sendo a alergia alimentar o tipo mais frequente. Mesmo assim, calcula-se que as reações alimentares de causas alérgicas verdadeiras acometam 6 a 8% das crianças com menos de três......
Febre Amarela causa preocupação no Brasil25/01/18São Paulo segue com maior número de casos, com 61 confirmados. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 130 casos de febre amarela no País, sendo que 53 vieram a óbito, no período de 1º julho de 2017 a 23 de janeiro de 2018. No mesmo período do ano anterior,......
Alimentos que combatem o estresse09/06/17As circunstâncias do nosso cotidiano criam situações de estresse. Porém, uma alimentação balanceada pode ajudar a manter o temperamento controlado. O estresse pode ser desencadeado por situações adversas, quando a pessoa encontra-se em um momento de constante pressão e esgotamento emocional. A longo prazo, um caso de estresse crônico pode acarretar problemas graves para a......

Voltar para (NOTÍCIAS)