Postado em 09 de Junho de 2017 às 17h13

Um pedaço do paraíso

Gestão Pública (20)

O segundo destino mais visitado por turistas estrangeiros a lazer no Brasil, Foz do Iguaçu se destaca pelas suas belezas naturais em uma região trinacional.

Em meio a brasileiros, argentinos e paraguaios, encontra-se um refúgio da natureza. E isso falando apenas da região da Tríplice Fronteira, já que a cidade de Foz do Iguaçu é visitada por pessoas de todo o mundo (foram mais de 2 milhões apenas em 2012).

Localizado no extremo oeste do Paraná, o município possui cerca de 264 mil habitantes e tem sua base
econômica no turismo, movimentando principalmente as áreas de comércio e serviços. A mundialmente
conhecida Cataratas do Iguaçu – um complexo de 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do Rio Iguaçu – é Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, além de ser considerada uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza.

Mesmo assim, a região não se resume ao Parque Nacional do Iguaçu. A maior hidrelétrica do mundo em geração de energia e uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno encontra-se em Foz. A Hidrelétrica Itaipu é um empreendimento binacional entre Brasil e Paraguai, e responsável pelo fornecimento de 19,3% de todo consumo brasileiro. Tornando as duas estruturas impossíveis de dissociar da questão econômica do município. “A importância turística do Destino para o mundo todo está relacionada diretamente às Cataratas do Iguaçu e ao Parque. Sem este conjunto perdemos quase toda a nossa atratividade, por isso atuamos fortemente na preservação do Parque Nacional do Iguaçu, defendendo a utilização para visitação em área específica, a qual já está impactada e que a mesma continue sendo monitorada”, afirma o secretário municipal de Turismo, Lourenço Kurten.

De acordo com o secretário, apenas a preservação dos atrativos locais poderá manter o Destino no patamar em que se encontra. “A principal política utilizada, tanto no nível local quanto no federal, é a preservação dos seus atrativos naturais e sua visitação realizada de forma controlada. Ações como obrigatoriedade de acompanhamento de guia em visitas organizadas por agências de turismo permite o controle do impacto sobre o meio ambiente. Outra medida que está sendo estudada pelo concessionário do Parque Nacional é a reestruturação das passarelas, com melhores condições estruturais e maior proteção da área impactada”, explica Kurten.

Não somente a flora, mas há a preocupação em preservar também a fauna local. Quatis, além de serem o mascote oficial da cidade, são facilmente encontrados pelo Parque. Outro santuário ecológico é o Parque das Aves, que une ecoturismo e conservação ambiental. Predominam aves brasileiras, porém há aproximadamente 900 aves, de 150 espécies da Austrália, África e Ásia em imensos viveiros.

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